Setor assimila impacto de adiamento dos leilões de energia

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Os leilões de compra e venda de energia elétrica promovidos pelo governo federal são considerados essenciais para garantir os planos de negócios dos agentes do mercado. Apesar de já ser esperado o adiamento dos leilões comunicado oficialmente pelo Ministério de Minas e Energia começa agora a ser “digerido” pelo mercado. Trata-se da postergação de todos os leilões: geração, distribuição e transmissão que ainda não têm nova data para acontecer em 2020.

“Existe a sinalização pelos órgãos públicos que ainda no ano de 2020 deverão ocorrer alguns leilões. É muito importante que os certames de geração sejam mantidos porque eles são a garantia de fornecimento futuro e indicam que os investimentos no setor devem ser mantidos”, comenta Ricardo Delneri, sócio-fundador da Renova Energia e investidor em ativos de geração e comercialização de energia.

O adiamento pelo Ministério de Minas e Energia foi motivado pelo enfrentamento à pandemia do coronavírus (Covid-19) e no comunicado assinado pelo ministro Bento Albuquerque fica evidente a intenção de realização dos leilões assim que as condições macroeconômicas estiverem mais favoráveis. “Cumpre notar que não se trata de cancelamento dos leilões de 2020 no setor elétrico, mas de uma postergação, haja vista a confiança que se tem na retomada da atividade econômica, assim que normalizada a situação de saúde pública”, diz o comunicado. O adiamento foi publicado no Diário Oficial da União (DOU) e para ter acesso clique em http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-n-134-de-28-de-marco-de-2020-250263670

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